Uma sessão de desaforos…

…que podem fazer sentido, ou não, à percepção humana:

Lá vamos nós.

  • Quem espera, nem sempre alcança. Às vezes fica que nem tonto numa fila, perde horas a fio numa determinado lugar. Chega tarde em casa, não passa com a família e perdeu um tempo em que poderia ter “aproveitado sua vida”;
  • A pressa não é inimiga da perfeição. Na verdade são amicíssimas e pregam troças sobre as pessoas para depois ficarem rindo pelos cantos naqueles “hohoho” de tanto doer a barriga;
  • Devagar se vai ao longe. Aham, Cláudia. Fala isso pra quem passa a tarde toda no trânsito de São Paulo;
  • As aparências enganam. Realmente, porque o que tem de gente que se veste de uma coisa pra fingir que é, realmente tá pra nascer coisa mais absurda;
  • Aqui se faz, aqui se paga. Ou não, aqui se faz, mas você pode pagar naquela agência lá, pegando uma senha, aguardando sua vez, almoço de caixa, fila preferencial e etc.;
  • Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Depende. E se for espécie em extinção? O Ibama vai cair matando. É melhor deixar voando, livre. Prende um parente pra ver se ele vai gostar;
  • Quem tem pressa come cru. Temaki e Sushi levam um bom tempo pra serem preparados e continuam sendo crus, cru, sei lá;
  • Os últimos serão os primeiros. Só se for no SUS, ou no consultório médico que você precisa arrumar briga. Do contrário, tente ver se essa lei é aplicada às filas da loteria;
  • Quem não tem cão caça com gato. Com a tecnologia, até o cão é dispensável já;
  • Quem espera sempre alcança e Devagar se vai ao longe. Você não concorda que pra poder cumprir essas duas malditas frases a pessoa não pode trabalhar, estudar, ter hobbies, nem nada? Ela depende de um tempo que ela não tem? Dá um tempo, cara;
  • Não adianta chorar o leite derramado. Eu não tomo leite, eu choro pela cerveja derramada que, aí sim, é desperdício;
  • Cão que ladra não morde. Todos os ataques de pit bull registrados no Jornal Nacional, os cães tiveram o costume de latir antes;
  • Cada cabeça uma sentença. Na idade média, quase moderna, cada cabeça era uma sentença, mas todas eram cortadas;
  • Cada macaco no seu galho. E o ser humano vai encher o saco do bicho na floresta, mas se o bicho vem pra cidade, ele é ameaça.

Ou seja,  íncrível a capacidade de dar lição de moral inútil, né?

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